O JS Hotel oferece todo conforto, modernidade e hospitalidade que você merece. Dispomos de 30 amplos e luxuosos apartamentos todos equipados com internet banda larga, TVs 29", Ar condicionado e Frigo Bar.

Os ambientes foram projetados para proporcionar bem estar a você e à sua família. Salas de TV, Cyber-Café, Internet WI-FI, American Bar e piscina na cobertura criam um ambiente de requinte e sofisticação que somados ao calor de nosso acolhimento fazem do JS Hotel sua melhor opção em hotel no Sul de Minas.
Sua Melhor Opção em Hospedagem
no Circuito das Águas.
  • A Cidade
  • O Cassino
  • O Lago
  • A Serra
  • Água Mineral
  • Tour Vitual pela Cidade
"Os arredores daqui são encantadores para excursões a cavalo; os dias são de deliciosa primavera e dificilmente se encontra recanto mais bonito."



Assim, a princesa Isabel descreveu Lambari para o imperador D. Pedro II.



Situada no Sul de Minas Gerais, município integrante do Circuito das Águas, Lambari mistura as belezas naturais de suas matas e cachoeiras ao encanto das montanhas de Minas Gerais, sem contar suas águas minerais conhecidas internacionalmente por suas propriedades terapêuticas e sabores inigualáveis. O Parque das Águas oferece ao turista belos jardins e piscinas de águas ferruginosas e gasosas.



A cidade possui ainda outros dois parques, o do Farol e o Wenceslau Brás. Recebe turistas de vários lugares. É roteiro obrigatório para os aventureiros que procuram passeios ecológicos e também para as pessoas que gostam da tranqüilidade... Lambari consegue satisfazer o gosto de todas as idades e pessoas. É a cidade perfeita para quem deseja desfrutar do que o interior mineiro oferece.



A história de Lambari começa com a criação do arraial de São Cipriano (1737), atual cidade de Campanha. A fundação do lugarejo, nas margens do Caminho Velho do ouro, tinha como principal objetivo fiscalizar o trânsito de metais e pedras preciosas encontradas. O rápido desenvolvimento fez com que fossem surgindo outros arraiais ao seu redor. Desses núcleos descendem hoje cidades como Lambari, Pouso Alegre e Três Corações.
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O Cassino é o principal ponto turístico de Lambari. Sua construção iniciou-se em 1909 e foi inaugurado em 24 de abril de 1911 na administração de Américo Werneck.
Os tempos de glória de Lambari deixaram esse fabuloso vestígio. O município recém-criado via brotar uma imponente construção, nascida dos sonhos de um homem por vezes enigmático, Dr. Américo Werneck, o primeiro prefeito.



Estreitos laços uniam Lambari ao centro do poder mineiro. A cidade era bem representada por influentes personalidades locais, dentre elas Werneck. Seus contatos com o presidente do Estado de Minas Gerais, Wenceslau Braz, permitiu que conseguisse uma vultosa verba para remodelação da sede do município. Com as idéias vertendo como as águas, Werneck partiu para a Europa em busca de inspiração. Queria transformar Lambari na versão brasileira de Vichy, famoso estância hidromineral francesa. Da viagem veio a intenção de construir um cassino, que seria a mais preciosa jóia de seu projeto.
Dinheiro parecia não ser o problema. Foi contratada a firma Poley & Ferreira, muito conceituada na época. O local escolhido era chamado Alto da Fortaleza, nada mais sugestivo. As terras foram desapropriadas e as referido morro, e uma casa, colocados abaixo,usando para tal fim: picaretas, pás, dinamites e carroças.
.Para sua construção foram gastos aproximadamente cinqüenta mil contos de réis. Praticamente todo o material utilizado na construção e decoração veio da Europa. Pinho de riga da Rússia; telhas francesas; tijolos, cimento, portas, janelas, pedras, pisos e forros, vindos da Ásia; azulejos e peças sanitárias de Portugal e Inglaterra.



A decoração abre um capítulo à parte. Salões foram recheados com a mais pura tradução de requinte e bons gostos. Os decoradores chineses e japoneses deram o toque final, à altura da arquitetura imponente do cassino, em estilo barroco e neoclássico. O salão de música recebeu lustres de fino cristal, enorme candelabros dourados iluminavam o palco de orquestras e as paredes estavam repletas de quadros com motivos florais e animais. Os amplos salões para bailes, concertos e leitura refletiam a grandeza do sonho de Werneck. O cassino, que ocupa uma área de 2.800 m2, era um oásis fantástico distante dos grandes centros, numa época em que as dificuldades de transporte e comunicação eram grandes.
Tão magnífico sonho durou apenas uma noite, a de estréia, quando importantes figuras políticas compareceram ao evento, entre elas o presidente da República e o governador de Minas. Absurdas desavenças políticas fecharam suas portas e o cassino não voltou a funcionar. Meio século de abandono se seguiu. Nesse tempo um verdadeiro crime foi praticado. Quase todo o seu acervo mobiliário e decorativo foi retirado, redirecionado para outros órgãos administrativos do Estado. Restaram algumas peças e o prédio, que passou por uma ampla reforma e serve como testemunha daqueles dias.



O Cassino do Lago Guanabara tem uma deliciosa história, que mistura vários ingredientes: vontade, coragem, empreendedorismo, alegrias, tristezas, auge e decadência. Até mesmo o místico encontra seu lugar. Entrou para a memória da cidade a imagem de Werneck acompanhando com uma luneta as obras do cassino. Considerado meio cientista e meio bruxo, o engenheiro deu ao seu projeto algumas curiosidades, como a simetria da construção em relação ao solstício e ao equinócio. O farol iluminava o lago e produzia um belo efeito nos vitrais do cassino, todo dia 15 de novembro, data da Proclamação da República. A Obra-Prima de Américo Werneck, foi inaugurada em 24 de abril de 1911 pelo Presidente da República Mal. Hermes da Fonseca, com a presença do Presidente (Governador) do Estado de Minas, Júlio Bueno Brandão. Atualmente o prédio é tombado como Patrimônio Histórico e Cultural e pelo IEPHA-MG.



O Palácio do Cassino compreende um Conjunto Arquitetônico eclético por ter passado por algumas transformações e possui algumas características neoclássicas.
Foram importados da Inglaterra azulejos, ladrilhos, vasos sanitários, cimentos etc. e da França foram importadas as famosas telhas francesas.



A decoração do Cassino foi feita por chineses e japoneses, vindos de seus respectivos países, com requintado bom gosto e arte.
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Ladeado por uma avenida e um calçadão, com 5 (cinco) quilômetros de extensão é um lago artificial, construído para ser um local de lazer. Tem 1.600 metros de comprimento, 800 metros de largura e, em média, 8 metros de profundidade.atualmente é utilizado para passeios e esportes aquáticos, tais como pedalinhos, lanchas, jet ski e pescaria.
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Do alto dessa serra, onde hoje existe até mesmo uma rampa para saltos de asa delta descortina-se a cidade de Lambari.



De lá se avista o Lago Guanabara, com suas duchas e seu cristalino espelho d'água, onde se é comum a prática da pesca, esqui-aquático e passeios de pedalinho até a Ilha dos Amores. Nas margens desse lago, localiza-se o famoso e luxuoso Cassino de Lambari, construído em 1910 por Américo Werneck, então prefeito da cidade.



A 910 metros de altitude, com um clima suave e salutar, com temperatura média anual de 18 graus, Lambari começa a contar sua história em 1780, quando o velho caboclo Antônio de Araújo Dantas descobriu a fonte hidromineral que viria a se tornar famosa.



Comunicou o fato a um fazendeiro seu conhecido, Antônio Trancoso, gabando tanto as virtudes quase milagrosas da água que este resolveu experimentá-la numa filha doente.



Em pouco tempo a moça estava curada, e o fazendeiro em agradecimento mandou construir no local uma capela que ainda hoje existe, chamada Capela de Nossa Senhora da Saúde.



Por causa desta, e de outras curas observadas pelos moradores da região, o local passou a ser conhecido pelo nome de Águas Virtuosas, em pouco tempo formou-se um pequeno arraial em volta da fonte, que adotou oficialmente esse nome.



E assim foi crescendo Águas Virtuosas, tendo experimentado uma grande expansão a partir do século passado. Depois de ter sido vila e freguesia, Águas Virtuosas tornou-se município em 1910. E manteve a mesma denominação até 1930, quando a cidade adotou o nome do rio que corta a região, passando a se chamar Lambari.
A Água Mineral de Lambari - Fonte de Saúde

Lambari teve a primeira de suas fontes descobertas em 1780, pro um caboclo de nome Tancredo. Capataz de uma fazenda do município de campanha. Ele cavalgava pela região quando descobriu um riacho e uma pequena fonte de onde brotava uma água com sabor diferente. Encheu um bornal e levou para a sua noiva Cecília, que se encontrava doente. Por insistência do noivo, bebeu da tal água e apresentou melhoras sensíveis. O pai de Cecília, animado pelo acontecimento, resolveu trazer a filha consigo até a fonte, onde ela bebeu da água durante vinte dias e alcançou a cura completa.
Com autorização dos donos das terras, e em forma de agradecimento, o pai de Cecília construiu ali uma capela denominada de Nossa Senhora da Saúde, onde se realizou o casamento de Cecília com Tancredo, que viveram felizes até o fim de seus dias.
Outro evento contado por Historiadores é o de que alguns caçadores amigos de Antônio de Araújo Dantas – então dono da fazenda – descobriram a tal fonte de água borbulhante.



VISITANTES ILUSTRES



Muitos visitantes ilustres já estiveram em lambari para desfrutar ou conhecer os poderes medicinais de suas águas. Entre eles destacamos os seguintes.



- Hermes da Fonseca, presidente da república no período de 1910 à 1914.

- Wenceslau Braz, presidente da república entre 1914 e 1918.

- Getúlio Vargas, presidente da república entre 1930 e 1945 e de 1950 a 1954.

- Juscelino Kubitschek, presidente da república entre 1955 e 1960.

- Oswaldo de Andrade passou o verão de 1916 na cidade.



Porém, a mais famosa e antiga visita de uma autoridade brasileira a Lambari remonta-se a agosto de 1868, quando da chegada, e permanência aqui por quatro meses da Princesa Isabel e seu marido Conde D´Eu, para tratamento de infertilidade da princesa, com as águas locais. Sua Estada em Lambari logrou êxito! Alguns anos depois nascia seu primogênito D. Pedro de Orleans e Bragança, Príncipe do Grão - Pará.



COMPOSIÇÂO



A água é composta de ácido carbônico, devido à bacia hidrográfica de Lambari, que é rica em sais alcalinos, tais como: a cal, a soda, o magnésio, a potassa, o óxido de ferro, alumínio e etc...

Quando em contato com a água, esses elementos produzem o gás que a caracteriza, e brota rica como nenhuma outra com seus princípios minerais e radioativos.

O seu uso deve ser orientado por médico local, porque cada tipo de tratamento exige a ingestão da água em quantidade e hora certa.



AÇÂO TERAPÊUTICA



Nossas águas fluidificam a bílis, alcalinizando-a, atuam nas congestões hepáticas, nas cirroses, removem pequenos cálculos renais e vesicais e são indicadas nas pielites, cistites e uretrites.

É usada por via hipodérmica na cura de eczemas e úlceras.

Nos banhos de imersão, denominados hidro-carbosos, é indicada nas insuficiências cardiocirculatórias. Uma consulta a um crenólogo ( Clínico especialista em tratamento com águas minerais) poderá tirar todas as dúvidas.



AS FONTES



Número 1

Gasosa – fortemente gasosa – rins e vias urinárias.


Número 2

Alcalina – menos gasosa, porém o gás é mais dissolvido na água – estômago e intestino.


Número 3

Magnesiana * - gasosa, sendo, porém, mais radioativa – fígado e vesícula.


Número 4

Tida como potável, é levemente gasosa e a preferida de muitos visitantes.


Número 5 ou fonte Maria

Cientificamente classificada como bicarbonada férrea. Ação vasodilatadora e hipotensiva. Muito pouco utilizada.


Número 6 ou fonte Paulina

Cientificamente classificada como bicarbonada férrea. De ação diurética nos casos de intoxicação endógena e exógena. Muito pouco utilizada.


Número 7

CARBOGASOSA – sua água não é captada. Seu poço fechado encontra-se em frente ao pavilhão principal do Parque das Águas.
*Há controvérsias entre autores e mineralogistas a respeito da quantidade de magnésio nesta água.
Porém é comprovado que se trata de água fortemente radioativa, o que segundo crenologistas estimula as glândulas endócrinas, especialmente a ovariana. Foi com esta água que a Princesa Isabel tratou-se em 1868.



Nota: a captação das águas separadamente por fontes e reunidas em um só pavilhão foi feita pelo engenheiro Benjamin Jacob, em novembro de 1905, que executou um trabalho perfeito.
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